Analítica e segurança alinhadas nos próximos anos
A evolução das ameaças à segurança e a profetizada generalização da IoT vão potenciar o mercado da analítica aplicada à segurança, que deverá valer 10,4 mil milhões de euros até 2024.
A evolução das ameaças à segurança e a profetizada generalização da IoT vão potenciar o mercado da analítica aplicada à segurança, que deverá valer 10,4 mil milhões de euros até 2024.
Sofia Tenreiro deixou a liderança da Cisco Portugal, confirmou à businessIT fonte oficial da empresa norte-americana. Há quatro anos que a executiva era a responsável pelo mercado nacional.
Não se pode dizer que serveless computing seja a ausência de servidores. O que é, sim, é a ausência da preocupação de gerir esses mesmos servidores.
Os CTT têm um negócio clássico: distribuir o correio. Mas, hoje em dia, o mundo já envia poucas cartas. E os CTT tiveram de se reinventar. Hoje são banco, plataforma de e-commerce e parceiros de startups. Francisco Simão, administrador responsável pela área de inovação, contou-nos o “seu” arrojado plano para tornar os CTT numa empresa do futuro.
A Konica Minolta é o parceiro tecnológico do Projecto AEP Link, uma iniciativa que quer promover as práticas de cooperação e ‘coopetição’ no tecido empresarial português.
O SAP TechEd juntou em Barcelona 4500 programadores e profissionais de TI aos quais apresentou soluções que potenciem o que denominou de ‘empresa inteligente’.
Simplicidade e inteligência. Estes foram os valores que David Williams, vice-presidente da SAP Analytics Cloud liga à empresa alemã. «Sim, temos ERP. Mas temos muito mais do que isso».
A japonesa Fujitsu anunciou uma nova estrutura global para ajudar a organização a lidar com as oportunidades que rodeiam a transformação digital. O impacto será mais forte na Europa.
O palco é ocupado pela computação em nuvem e pelo Big Data, que recebem toda a atenção e aplausos. Lá atrás, e trabalhar para que todos estes conceitos vinguem, estão os data centers. Na era moderna, a nuvem pode ser rainha, mas o data center é o poder por trás do trono.
Nasceram no seio da Sonae mas desde logo começaram a exportar soluções para o mercado das telecomunicações. Rui Paiva, CEO da WeDo Technologies, diz que não é pelo custo que ganha os contratos, até porque assume ter soluções mais caras que a concorrência. É pela qualidade e dimensão da empresa.
Fidemo 2019