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Check Point alerta para os perigos da cloud

A Check Point reuniu os jornalistas, em Lisboa, para fazer um ponto situação do mercado em Portugal e falar de segurança na cloud.

Com mais de 500 clientes em Portugal, a empresa israelita revelou que os ataques maliciosos a organizações em Portugal estão em linha com a tendência global de ciberataques e que os mais recorrentes são de criptomineração, seguidos pelas ameaças mobile e pelo ransomware.

Já ao nível da cloud, a implementação destes sistemas está «a trazer diversos problemas de segurança» indica a Check Point. Isto deve-se ao facto das necessidades de «desenvolvimento ágil e rápido» e sempre em evolução não terem em conta muitas vezes as «bases de segurança online».

Além disso, na cloud existe o conceito de shared responsability, onde os fornecedores cloud só se responsabilizam pela sua infraestrutura , porém a parte aplicacional, dados, sistemas operacionais, redes que sejam implementadas ou usadas, a responsabilidade está do lado do cliente.

Os ataques mais comuns na nuvem são hijack de contas, com o intuito de ganhar acesso a contas de email e fazer ataques maliciosos, a entrega de malware e as fugas de dados.

Em 2018, 18% das organizações mundiais tiveram um ataque na cloud, o que demonstra como este tipo de ataque tem um grande potencial de crescimento e que as empresas precisam de estar preparadas.

A empresa de cibersegurança revelou ainda alguns dados sobre os profissionais de TIC que mostram como há ainda uma grande falta de awareness para estas questões. 30% dos profissionais acreditam que a segurança é uma responsabilidade do fornecedor de serviço de cloud, enquanto que 59% não usa protecção contra as ameaças mobile.

Assim, a Check Point tem a solução Cloudguard para «assegurar a qualidade de segurança da responsabilidade que é da parte do cliente». A ferramenta fornece análise forense, prevenção de ameaças avançada, uma firewall de próxima geração e oferece um completa segurança dos dados e das aplicações.

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