O Elemento Humano: A Principal Porta de Entrada para Ciberataques
Os utilizadores permanecem o vetor mais acessível para os atacantes, estando presentes nas principais causas de acesso inicial em ataques de ransomware.
Os utilizadores permanecem o vetor mais acessível para os atacantes, estando presentes nas principais causas de acesso inicial em ataques de ransomware.
O ‘Teste Nacional de Privacidade’ da empresa de cibersegurança revela que, em Portugal, apesar da maioria dos utilizadores conhecer os principais ataques realizados com ajuda de IA, a quase totalidade (92%) desconhece os riscos de privacidade inerentes à utilização desta tecnologia no trabalho.
A Meta regressa à lista após vários trimestres de ausência, «o que indica um interesse renovado por parte dos atacantes em comprometer contas de redes sociais e realizar roubo de identidade».
O ‘IT Future Trends 2035’, da Compuworks, revela que três em cada quatro líderes portugueses acreditam que as suas empresas sofrerão ciberataques até ao final da próxima década. A mesma investigação expõe a descrença na capacidade de a Europa liderar tecnologicamente e mostra a sustentabilidade como novo critério estratégico das decisões em TI.
O ano de 2025 promete ser um dos mais complexos em termos de cibersegurança em virtude do crescente uso de IA nos ataques cibernéticos. A Stratesys acredita que a melhor defesa é uma boa cultura em que «todos têm um papel a desempenhar» dentro das empresas.
Ao nível das indústrias, os Bens de Consumo e Serviços foi a mais impactada, representando 12,0% de todos os ataques reportados, seguida da Construção e Engenharia com 10,2%. e dos Serviços Empresariais com 9,5%.
A solução «combina telemetria avançada, inteligência artificial e pontos de aplicação distribuídos para antecipar, decidir e neutralizar ataques em tempo real».
O relatório destaca ainda que cerca de 0,10% das ameaças online detectadas a nível mundial tiveram origem em servidores localizados em Portugal.
Segundo a empresa de cibersegurança, o número de ataques médios semanais às organizações portuguesas foi de 2155, quando a média europeia se situou nos 1669.
O relatório da empresa mostra que o correio electrónico foi o principal vector de infecção, sendo responsável por 96% dos ficheiros maliciosos entregues no último mês.
Fidemo 2019