Check Point: organizações nacionais enfrentaram 2390 ciberataques por semana em Julho
O valor coloca o País acima da média europeia, de 2051 ataques semanais por organização, e da média mundial, de 2336.
O valor coloca o País acima da média europeia, de 2051 ataques semanais por organização, e da média mundial, de 2336.
Em 2025, os ataques de ransomware atingiram o recorde de 7874, sendo que no primeiro semestre de 2026 os números já vão em 4394.
O ChatGPT, DeepSeek e Claude são as plataformas mais utilizadas como isco em ciberataques dirigidos às organizações da Europa.
Os utilizadores permanecem o vetor mais acessível para os atacantes, estando presentes nas principais causas de acesso inicial em ataques de ransomware.
O ‘Teste Nacional de Privacidade’ da empresa de cibersegurança revela que, em Portugal, apesar da maioria dos utilizadores conhecer os principais ataques realizados com ajuda de IA, a quase totalidade (92%) desconhece os riscos de privacidade inerentes à utilização desta tecnologia no trabalho.
A Meta regressa à lista após vários trimestres de ausência, «o que indica um interesse renovado por parte dos atacantes em comprometer contas de redes sociais e realizar roubo de identidade».
O ‘IT Future Trends 2035’, da Compuworks, revela que três em cada quatro líderes portugueses acreditam que as suas empresas sofrerão ciberataques até ao final da próxima década. A mesma investigação expõe a descrença na capacidade de a Europa liderar tecnologicamente e mostra a sustentabilidade como novo critério estratégico das decisões em TI.
O ano de 2025 promete ser um dos mais complexos em termos de cibersegurança em virtude do crescente uso de IA nos ataques cibernéticos. A Stratesys acredita que a melhor defesa é uma boa cultura em que «todos têm um papel a desempenhar» dentro das empresas.
Ao nível das indústrias, os Bens de Consumo e Serviços foi a mais impactada, representando 12,0% de todos os ataques reportados, seguida da Construção e Engenharia com 10,2%. e dos Serviços Empresariais com 9,5%.
A solução «combina telemetria avançada, inteligência artificial e pontos de aplicação distribuídos para antecipar, decidir e neutralizar ataques em tempo real».
Fidemo 2019