
André Reis reforça que a empresa «é uma organização bem estruturada que detém um valiosíssimo activo: a qualidade dos seus recursos humanos, que demonstraram estar à altura das desafiantes e complexas condições do mercado. O extraordinário suporte que sentimos dos fabricantes com quem trabalhamos também foi imprescindível para o sucesso alcançado.
O plano que definimos para acompanharmos os bons resultados alcançados nos últimos anos revelou-se eficaz e a maioria das estratégias implementadas funcionaram na sua globalidade». O CEO vê assim, com muito optimismo o novo ano» e está «confiante na capacidade» que a Databox «tem para continuar a inovar e a crescer», como revela: «Estamos muito expectantes de valiosas oportunidades que farão de 2026 mais um ano bom para a Databox».
Aproveitar oportunidades
Elizabeth Alves, sales manager da Exclusive Networks Portugal, faz um balanço de 2025 «francamente positivo» e salienta os bons resultados: «Foi um ano exigente, mas sentimos um crescimento real na forma como o mercado está a olhar para a cibersegurança. É verdade que a legislação europeia empurrou muitas empresas para este tema, mas percebemos também que existe hoje mais consciência, mais urgência e, acima de tudo, mais vontade de fazer acontecer. Para dar resposta a esse movimento, lançámos ao longo do ano um conjunto de serviços muito orientados para as dores reais dos nossos parceiros: apoio técnico, modelos de financiamento, formação e consultoria». A responsável indica que, em paralelo, a empresa «enriqueceu e tornou mais coeso o portfólio» e que o «resultado está à vista», ou seja, «um ano de crescimento significativo».

Já 2026 «será um ano de enorme actividade no sector da cibersegurança», garante Elizabeth Alves. «A conjugação entre os efeitos da diretiva NIS2, do regulamento DORA e o impacto de vários ataques recentes vai obrigar as organizações a agir» e não será só «falar de responder a ameaças, mas de mudar processos, reforçar equipas, garantir compliance e repensar toda a abordagem à segurança». É que «o tempo para “adiar” ou “esperar pelo momento certo” está a esgotar-se, e isso exige às empresas urgência de decisão» Outra tendência que começam «a ver surgir, e que pode ganhar força, é a maior integração entre segurança física e digital, o que exige abordagens mais holísticas à protecção das organizações». É por isso que a Exclusive Networks vai «continuar a reforçar os serviços, não só técnicos, mas também operacionais, de financiamento e de formação» refere a sales manager com um intuito bem definido: «Queremos que os nossos parceiros tenham acesso a tudo o que precisam para concretizar negócio e entregar valor aos clientes finais: desde um apoio técnico de proximidade até à possibilidade de oferecer soluções como serviço, com modelos financeiros flexíveis.








