Kaspersky: 14% dos decisores europeus dizem que a IA é uma das principais ameaças
Segundo o estudo da empresa de cibersegurança, o Shadow AI é também uma das maiores preocupação das empresas da União Europeia.
Segundo o estudo da empresa de cibersegurança, o Shadow AI é também uma das maiores preocupação das empresas da União Europeia.
A empresa refere que os principais problemas são «mecanismos frágeis de controlo de acesso a objectos críticos do sistema, implementação inadequada de autenticação e autorização e vulnerabilidades de injecção»
O ChatGPT, DeepSeek e Claude são as plataformas mais utilizadas como isco em ciberataques dirigidos às organizações da Europa.
Um novo estudo revela que os cibercriminosos estão a afastar-se da simples encriptação de ficheiros e a usar cada vez mais ferramentas concebidas para desactivar soluções de segurança.
A Kaspersky reuniu em Sevilha parceiros de Portugal e Espanha para assumir 2026 como o ano em que a cibersegurança deixa de ser «uma camada técnica» e passa à condição de negócio, regulatória e social. Entre NIS2, inteligência artificial e violência digital, a empresa promete democratizar serviços avançados de segurança e reforçar a transparência junto de empresas, instituições e cidadãos.
O CrystalX RAT está a ser comercializado como malware-as-a-service, o que aumenta a probabilidade da sua utilização e propagação a vários países.
Segundo a Kaspersky, o principal factor que motiva a externalização do Centro de Operações de Segurança é a necessidade de protecção 24/7 (42%).
A melhor detecção e resposta a incidentes e a procura de vantagem competitiva são as principais motivações apontadas pelas organizações para construir Centro de Operações de Segurança.
A aceleração tecnológica está a transformar as telecomunicações, mas também a alargar o perímetro de risco das redes. Em 2026, a inovação deixa de ser apenas um motor de eficiência para se tornar um desafio central de resiliência e governação, diz um relatório da Kaspersky.
Em 2026, a IA deverá continuar a ser o grande motor dos investimentos em tecnologia e os líderes das empresas mostram-se confiantes e consideram que os próximos doze meses, apesar de desafiantes, serão, igualmente, de crescimento e consolidação.
Fidemo 2019