Check Point: Portugal regista mais de 2400 ciberataques por semana
Os sectores mais atacados a nivel nacional são a educação, o governo, os serviços financeiros, as telecomunicações e as empresas de serviços.
Os sectores mais atacados a nivel nacional são a educação, o governo, os serviços financeiros, as telecomunicações e as empresas de serviços.
Segundo a empresa, os três sectores mais visados foram a indústria transformadora, os serviços às empresas e o retalho.
Um novo estudo revela que os cibercriminosos estão a afastar-se da simples encriptação de ficheiros e a usar cada vez mais ferramentas concebidas para desactivar soluções de segurança.
Portugal segue tendência mundial com um crescimento de 12 % de ataques em Janeiro, atingindo 2110 ataques semanais às organizações nacionais.
Os principais tipo de de incidentes registados no "Velho Continente" foram ataques de negação de serviço distribuído, ransomware e operações de fuga e exposição de dados.
Segundo o relatório, o outro tipo de ameça mais comum foi o ransomware que aumentou 152% nos utilizadores B2B.
A empresa descobriu o PromptLock – o primeiro ransomware conhecido alimentado por IA, capaz de gerar scripts maliciosos em tempo real.
O estudo ‘State of Ransomware’ da Sophos mostra que a exploração de vulnerabilidades foi a principal causa deste tipo de ataque; quase metade das empresas opta por pagar o resgate, enquanto a utilização de backups na recuperação diminuiu.
Ao nível das indústrias, os Bens de Consumo e Serviços foi a mais impactada, representando 12,0% de todos os ataques reportados, seguida da Construção e Engenharia com 10,2%. e dos Serviços Empresariais com 9,5%.
A Thales S21sec revelou, num webinar, os principais resultados da 18.ª edição do Data Breach Investigation Report (DBIR) da Verizon. O relatório mostra que os incidentes de segurança com violações de dados aumentaram 37% em relação ao ano anterior.
Fidemo 2019