ESET: ataques de ransomware crescem, mas há menos resgates pagos
Além disso, a utilização de ferramentas concebidas para bloquear, congelar ou tornar inoperacionais as soluções de segurança instaladas nos sistemas das vítimas está a crescer.
Além disso, a utilização de ferramentas concebidas para bloquear, congelar ou tornar inoperacionais as soluções de segurança instaladas nos sistemas das vítimas está a crescer.
O relatório concluiu ainda que em mais de metade dos ataques de ransomware (56%) os cibercriminosos conseguiram encriptar dados, incluindo 16% de casos em que os dados foram simultaneamente encriptados e roubados.
O valor coloca o País 16% acima da média mundial, de 2270 ataques semanais por organização, e 32% acima da média europeia, de 2003 ataques.
Os sectores mais atacados a nivel nacional são a educação, o governo, os serviços financeiros, as telecomunicações e as empresas de serviços.
Segundo a empresa, os três sectores mais visados foram a indústria transformadora, os serviços às empresas e o retalho.
Um novo estudo revela que os cibercriminosos estão a afastar-se da simples encriptação de ficheiros e a usar cada vez mais ferramentas concebidas para desactivar soluções de segurança.
Portugal segue tendência mundial com um crescimento de 12 % de ataques em Janeiro, atingindo 2110 ataques semanais às organizações nacionais.
Os principais tipo de de incidentes registados no "Velho Continente" foram ataques de negação de serviço distribuído, ransomware e operações de fuga e exposição de dados.
Segundo o relatório, o outro tipo de ameça mais comum foi o ransomware que aumentou 152% nos utilizadores B2B.
A empresa descobriu o PromptLock – o primeiro ransomware conhecido alimentado por IA, capaz de gerar scripts maliciosos em tempo real.
Fidemo 2019