ESET regista crescimento de 16% das receitas em Portugal
O desempenho reflectiu «a evolução positiva tanto do segmento empresarial como do mercado de consumo».
O desempenho reflectiu «a evolução positiva tanto do segmento empresarial como do mercado de consumo».
A escassez de talento em cibersegurança deixou de ser o verdadeiro problema do sector. O que está em jogo é um desajuste estrutural entre as competências que o mercado produz e aquelas de que as organizações precisam para enfrentar uma guerra com variáveis como cloud, inteligência artificial, gestão de risco e a necessidade de traduzir ameaças técnicas em decisões de negócio.
Além disso, a utilização de ferramentas concebidas para bloquear, congelar ou tornar inoperacionais as soluções de segurança instaladas nos sistemas das vítimas está a crescer.
A empresa europeia de cibersegurança quer assim dar resposta à crescente utilização de agentes de IA para ciberataques.
O risco é particularmente relevante para «organizações com relações de supply chain no Médio Oriente, ligações operacionais à região ou dependências de serviços cloud aí localizados, bem como para empresas com exposição indireta através de fornecedores com acesso remoto e MSP».
Segundo a empresa de cibersegurança, «os cibercriminosos exploram marcas e serviços familiares aos portugueses, recorrendo a páginas quase indistinguíveis das originais».
A ESET realizou um evento com jornalistas, em Lisboa, em que mostrou qual o panorama da cibersegurança a nível nacional, em que as micro e PME são as mais atacadas. A empresa revelou ainda o que se pode esperar para 2026: «O cibercrime continuar a afectar a economia e a sociedade».
A empresa descobriu o PromptLock – o primeiro ransomware conhecido alimentado por IA, capaz de gerar scripts maliciosos em tempo real.
O Cyber Intelligence Extension Program foi concebido pelo português Gonçalo Ribeiro, que é head of cyber intelligence da agência europeia.
A ESET revelou os resultados do Relatório de Ameaças referente ao primeiro semestre de 2024 que mostra um aumento global nas detecções de ransomware e uma queda nas amaeças para Android.
Fidemo 2019