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Estudo revela que os smartphones serão a principal ferramenta de trabalho dos portugueses

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Um estudo promovido pela Samsung e desenvolvido pela IDC permitiu identificar as atuais e futuras tendências na forma de trabalho dos profissionais portugueses e diagnosticar o impacto da utilização de smartphones na vida profissional e pessoal.

O relatório, que inquiriu 420 porfissionais que passam pelo menos um terço do seu tempo profissional a recolher e a analisar informação, revelou que 56,5% dos entrevistados acredita que o smartphone será a principal ferramenta de trabalho no futuro.

A maioria dos profissionais acredita que vão existir alterações significativas no modelo de trabalho, o qual estará associado a uma maior mobilidade e flexibilidade do mercado e processos laborais.

Em relação à forma de trabalho atual, 57,8% admite que a sua profissão é realizada num edifício ou escritório da organização e apenas 4,5% revela ter opção de escolha sobre o local onde desempenha as suas tarefas.

No futuro, 12% considera que as tarefas serão realizadas no escritório e 34,1% acha que irá trabalhar num local escolhido por si. Na verdade, 62,8% dos inquiridos idealizam ter um horário de trabalho flexível e gerido por si.

Os PC portáteis e os smartphones são os equipamentos de maior utilização profissional, com 78% e 74%, respectivamente. Mais de metade dos profissionais reconhece que o smartphone no âmbito laboral tem impacto na sua produtividade (59,9%), permite uma maior colaboração com colegas, clientes e parceiros (68,2%) e maior flexibilidade laboral (67,5%). Além do acesso ao e-mail (94,2% das escolhas) e da necessidade de uma bateria que dure o dia inteiro (33,3%), a utilização da câmara fotográfica para acelerar processos de negócio (19%) apresenta-se como uma das funcionalidades com maior impacto na produtividade.

Smartphones são cada vez mais importantes

As principais conclusões do estudo indicam que os smartphones, que já são frequentemente utilizados ao nível profissional, constituirão uma ferramenta cada vez mais importante. A escolha de PC híbridos, tablets e smartphones continua a aumentar, em detrimento dos desktops e portáteis, cuja utilização se prevê diminuir em 13% e 23%, respetivamente. Assim, 80,8% considera que os telemóveis permitem uma melhor gestão do tempo profissional.

Ao nível das funcionalidades e características mais valorizadas num smartphone, as principais escolhas recaíram sobre a autonomia da bateria (97,1%), a Facilidade de utilização (92,4%), um sistema de segurança robusto (89,5%), velocidade de processamento (88,4%), a capacidade de armazenamento (82,3%) e a qualidade da imagem (81,3%).

Na mesma ordem de ideias, as características consideradas mais limitativas na realização do seu trabalho são a autonomia da bateria (77,3%), o ecrã de pequena dimensão (52,9%) e a impossibilidade de ligar o smartphone a um a monitor e funcionar como PC (39,8%).

Mas a segurança é uma preocupação, 80% dos inquiridos admite que protecção dos dados profissionais e pessoais é o desafio mais importante.

De acordo com Gabriel Coimbra, group vice president & country manager, IDC Portugal, «a tecnologia está a mudar radicalmente a forma como trabalhamos. O paradigma do local único de trabalho com horários rígidos está a mudar rapidamente, pressionadas pelas novas gerações que entram no mercado de trabalho, muitas organizações portuguesas já estão a criar novas condições que têm como base maior flexibilidade de horário e dos locais onde podemos trabalhar».

José Correia, Diretor de Marketing da Divisão de Mobile da Samsung Portugal, acrescenta que ‘as conclusões deste estudo são muito esclarecedoras e vêm comprovar precisamente a tendência a que temos assistido nos últimos anos. Quer empresas como colaboradores procuram cada vez mais dispositivos que respondam às suas necessidades de mobilidade e produtividade, e a Samsung continua a apostar no desenvolvimento de soluções inovadoras e disruptivas que acompanhem o ritmo de vida dos utilizadores, ajudando-os a dar resposta às exigências de um mercado cada vez mais dinâmico, móvel e competitivo».