Check Point: Formbook, AgentTesla e AsyncRat são os malwares dominantes em Portugal
Já no que diz respeito aos sectores, educação/investigação, cuidados de saúde e banca e seguros foram os mais atacados a nível nacional.
Já no que diz respeito aos sectores, educação/investigação, cuidados de saúde e banca e seguros foram os mais atacados a nível nacional.
O Threat Labs da tecnológica também observou um aumento de atacantes que recorreram a malware de mineração de criptomoedas e uma diminuição de 15% dos ataques de malware.
A América do Norte foi a região mais visada, com 55% de todos os ataques, seguida da Europa com 24% e da Ásia com 11%.
O sector mais atacado, no ano passado, foi o de serviços às empresas, seguido pelo retalho e pela indústria transformadora.
Os sectores da educação/investigação, saúde e administração pública/defesa foram os mais visados, com um aumento notável dos ataques no sector da saúde em Portugal.
A empresa especialista em cibersegurança e mitigação de riscos salienta que o RansomHub continuou a ser dominante com 68 ataques, sendo responsável por 14% dos ataqu
O Lockbit, anteriormente dominante, registou um declínio significativo, sendo responsável por apenas 5% das novas vítimas.
Segundo a Check Point, o sector mais atacado no País foi o da saúde, seguido dos transportes e do educação/investigação.
A ESET revelou os resultados do Relatório de Ameaças referente ao primeiro semestre de 2024 que mostra um aumento global nas detecções de ransomware e uma queda nas amaeças para Android.
A empresa de cibesegurança é a única organização ibérica que participa no Data Breach Investigation Report (DBIR) da Verizon. Num webinar, a S21sec mostrou que, de acordo com o relatório, os incidentes continuam a crescer e que o ransomware continua a ser responsável por grande parte das fugas de dados.
Fidemo 2019