Check Point: organizações nacionais enfrentaram 2390 ciberataques por semana em Julho
O valor coloca o País acima da média europeia, de 2051 ataques semanais por organização, e da média mundial, de 2336.
O valor coloca o País acima da média europeia, de 2051 ataques semanais por organização, e da média mundial, de 2336.
A empresa destaca que, em apenas 14 dias, três divulgações de segurança documentaram agentes de IA que actuaram fora do âmbito previsto, ultrapassaram barreiras de ambientes de teste e obtiveram acesso não autorizado a organizações reais.
Os sectores mais atacados a nivel nacional são a educação, o governo, os serviços financeiros, as telecomunicações e as empresas de serviços.
A empresa tem uma nova abordagem para lidar com a crescente complexidade dos riscos associados à adopção de inteligência artificial nas empresas. A Check Point quer permitir que as organizações «inovem com IA, mas com controlo, governação e protecção desde o primeiro momento».
Os principais tipo de de incidentes registados no "Velho Continente" foram ataques de negação de serviço distribuído, ransomware e operações de fuga e exposição de dados.
O Lockbit, anteriormente dominante, registou um declínio significativo, sendo responsável por apenas 5% das novas vítimas.
Embora raramente façam manchetes, os ciberataques a pequenas e médias empresas (PME) representam uma séria ameaça económica, impactando não só a operacionalidade das empresas, mas também a segurança dos dados de clientes e colaboradores. A falta de recursos e conhecimento para implementar medidas eficazes de segurança deixa estas estruturas particularmente vulneráveis a ataques cada vez mais sofisticados, como phishing, ransomware e DDoS, exacerbando os potenciais danos.
A empresa de processamento de pagamentos Mastercard entrou pela primeira vez na lista das 10 marcas mais copiadas.
Com o negócio, a tecnológica quer «garantir um acesso rápido e seguro para utilizadores remotos, sites, datacenters e internet».
No mês passado, o sector da educação/investigação manteve-se em primeiro lugar como o mais explorado a nível mundial. Já a nível, a área de actividade mais atacadas foram as utilities.
Fidemo 2019