«Uma entrevista de emprego acaba por ser uma conversa entre dois mentirosos»
Entrevista Predrag Poposki, head of talent acquisition & employer branding da Zühlke.
Entrevista Predrag Poposki, head of talent acquisition & employer branding da Zühlke.
Portugal produz conhecimento científico, mas continua a falhar quando chega o momento de o transformar em produtos, empresas mais competitivas e crescimento económico. Para André Matos, CEO do DTx CoLAB, o maior desafio do País já não passa por gerar conhecimento, mas por conseguir levá-lo da academia para a economia.
O Vodafone Paredes de Coura voltou a transformar a praia fluvial do Taboão numa pequena cidade de música, conversas e telemóveis no ar. Nos primeiros três dias, o tráfego móvel cresceu 28% face a 2025, o 5G já representou 49% do consumo e houve um dia em que passaram 4,8 TB de dados pela rede da operadora. Pelo meio, até um eclipse (quase) total foi transmitido através da fibra. A tecnologia está em todo o lado, mas o objectivo é precisamente que ninguém dê por ela.
Facto: a inteligência artificial (já) está a instalar-se nas operações das empresas. A questão, diz quem pode (e sabe), deixou de ser apenas onde estão os dados. O verdadeiro desafio passa agora por saber quem controla os modelos, a infraestrutura e as decisões que deles dependem. E hoje, num mercado dominado por gigantes tecnológicos, a soberania da IA está a transformar-se numa questão de resiliência, competitividade e liberdade de escolha.
A inteligência artificial continua a dominar o debate empresarial, mas as conclusões da 19.ª edição do QSP Summit apontam noutra direcção. Depois de três dias de conferências, ficou claro que a vantagem competitiva deixará de depender da adopção da tecnologia e passará a medir-se pela capacidade das organizações para a integrar na estratégia e transformar a cultura interna.
Entrevista a António Coutinho, CEO da Eurotux.
A escassez de talento em cibersegurança deixou de ser o verdadeiro problema do sector. O que está em jogo é um desajuste estrutural entre as competências que o mercado produz e aquelas de que as organizações precisam para enfrentar uma guerra com variáveis como cloud, inteligência artificial, gestão de risco e a necessidade de traduzir ameaças técnicas em decisões de negócio.
Numa final mundial que reuniu as dez ideias mais inovadoras escolhidas entre mais de 138 mil candidaturas de 42 países, Portugal chegou ao Red Bull Basement 2026, em São Francisco, com um sistema pensado para devolver às cidades noites mais escuras e contas de electricidade mais leves.
Em Berlim, a Bosch mostrou como a inteligência artificial está a ganhar corpo: sensores, robôs, fábricas que aprendem sozinhas. Mas o argumento mais forte do evento não foi técnico. Foi humano. E chegou também a Portugal, onde a empresa exporta a maior parte do que produz e onde reter talento pesa tanto quanto qualquer algoritmo.
Mais de dois mil e quinhentos participantes reuniram-se em Bruxelas na quinta edição do European Innovation Council Summit, onde a Comissão Europeia lançou oficialmente o Scaleup Europe Fund, o maior fundo europeu de capital de crescimento já criado, e entregou o European Prize for Women Innovators, prémio em que Ella Frances Cullen e Neide Vieira, por Portugal, subiram ao pódio da categoria EIT Women Leadership.
Fidemo 2019