«Há sempre um humano responsável pelo que é produzido»
Entrevista a António Coutinho, CEO da Eurotux.
Entrevista a António Coutinho, CEO da Eurotux.
A escassez de talento em cibersegurança deixou de ser o verdadeiro problema do sector. O que está em jogo é um desajuste estrutural entre as competências que o mercado produz e aquelas de que as organizações precisam para enfrentar uma guerra com variáveis como cloud, inteligência artificial, gestão de risco e a necessidade de traduzir ameaças técnicas em decisões de negócio.
Numa final mundial que reuniu as dez ideias mais inovadoras escolhidas entre mais de 138 mil candidaturas de 42 países, Portugal chegou ao Red Bull Basement 2026, em São Francisco, com um sistema pensado para devolver às cidades noites mais escuras e contas de electricidade mais leves.
Em Berlim, a Bosch mostrou como a inteligência artificial está a ganhar corpo: sensores, robôs, fábricas que aprendem sozinhas. Mas o argumento mais forte do evento não foi técnico. Foi humano. E chegou também a Portugal, onde a empresa exporta a maior parte do que produz e onde reter talento pesa tanto quanto qualquer algoritmo.
Mais de dois mil e quinhentos participantes reuniram-se em Bruxelas na quinta edição do European Innovation Council Summit, onde a Comissão Europeia lançou oficialmente o Scaleup Europe Fund, o maior fundo europeu de capital de crescimento já criado, e entregou o European Prize for Women Innovators, prémio em que Ella Frances Cullen e Neide Vieira, por Portugal, subiram ao pódio da categoria EIT Women Leadership.
Entrevista a João Alves, CEO da SpotGov.
A inteligência artificial entrou definitivamente nas prioridades estratégicas das empresas, mas a euforia em torno da tecnologia começa agora a dar lugar a uma pergunta mais pragmática: onde está o retorno do investimento? O mercado parece concordar que os resultados dependem menos da tecnologia em si e mais da maturidade dos dados, da integração nos processos e da capacidade das organizações para transformar a forma como trabalham.
Na Feira Internacional do Porto, durante dois dias, mais de cem empresas mostraram o que a indústria portuguesa já consegue fazer. E o que ainda não sabe de que precisa.
No sector das TI, onde 85% das empresas têm dificuldades em recrutar, o problema já não é apenas de contratação, é de capacidade para inovar e crescer, diz estudo da Experis.
De diagnósticos ultrarrápidos para infeções respiratórias a passaportes digitais blockchain para cadeias globais e adesivos médicos que previnem lesões cutâneas, três empreendedoras ligadas a Portugal, Neide Vieira, Ella Frances Cullen e Sónia Ferreira, mostram como a tenacidade lusa está a redesenhar saúde e sustentabilidade à escala europeia.
Fidemo 2019