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SDATA AI é a distribuidora oficial dos robôs humanóides da AgiBot em Portugal

A empresa, fundada em Xangai, tem um portfólio diversificado de mais de dez modelos e variantes distribuídos por três famílias principais.

William Shi e Paulo Silva © SDATA AI

A SDATA AI formalizou uma parceria estratégica com a AgiBot tornando-se distribuidora oficial autorizada em Portugal dos robôs humanóides da tecnológica de origem chinesa.

A empresa, fundada em Xangai, tem um portfólio diversificado de mais de dez modelos e variantes distribuídos por três famílias principais: a Série A (humanóides de tamanho real para interacção e acolhimento), a Série X (modelos compactos, que coordenam movimentos e voz) e a Série G (humanóides sobre rodas vocacionados para a logística e montagem industrial).

Segundo a Agibot, os robôs são «alimentados por arquitecturas cognitivas avançadas que combinam visão computacional, aprendizagem por reforço, sensores LiDAR, câmaras panorâmicas de 360 graus e mãos de elevada destreza». O objectivo é executarem desde a navegação autónoma dinâmica até à manipulação de precisão em múltiplos cenários operacionais.

A SDATA AI posiciona-se como um parceiro integral de transformação tecnológica para todo o tipo de organizações já que tem ofertas que abrangem «todo o ciclo de vida dos projectos robóticos». Assim, a empresa começa por realizar uma análise ao perfil do cliente para seleccionar a plataforma robótica mais adequada às suas exigências operacionais, seguindo-se uma fase de demonstração prática. Após a integração, a tecnológica disponibiliza um serviço de suporte técnico e assistência, com o objectivo de assegurar o máximo desempenho da tecnologia adoptada.

Paulo Silva, membro do Conselho Executivo da SDATA AI, explica que «a chegada destas soluções a Portugal permite antecipar a próxima vaga de automação global, oferecendo a empresas e investigadores locais o acesso directo a ferramentas que redefinirão a produtividade, a segurança e a inovação nos sectores da indústria, logística, serviços e hotelaria».

O responsável acrescenta que «num contexto em que o tecido empresarial procura caminhos para recuperar competitividade e eficiência, a introdução destas soluções assume-se como uma resposta estratégica para acelerar a modernização dos processos produtivos».

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