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Da Ameaça à Força: Como Resolver a Escassez de Competências em Cibersegurança

A escassez de competências em cibersegurança é atualmente um dos principais desafios para as organizações. Num cenário em que as ameaças evoluem a um ritmo acelerado e recorrem cada vez mais à Inteligência Artificial, a escassez de talento especializado expõe as empresas a riscos acrescidos, compromete a transformação digital e amplifica o impacto financeiro dos incidentes de segurança.

De acordo com a investigação mais recente da IDC e da Logicalis, 73% dos incidentes de ransomware resultam de erro humano e 67% conduzem a breaches bem-sucedidas por parte dos cibercriminosos. As consequências são significativas: 21% das organizações que optaram por pagar um resgate, pagaram entre 100.000 e 1 milhão de dólares para recuperar o acesso aos seus sistemas ou dados, enquanto 81% enfrentaram interrupções do negócio durante vários dias ou mesmo semanas.

A dificuldade em atrair e reter profissionais qualificados vem agravar este cenário. A procura de talento em cibersegurança continua a superar largamente a oferta, os orçamentos são limitados e a crescente complexidade tecnológica exige competências em permanente atualização. Como resultado, 42% das organizações demoram mais tempo a preencher vagas, 35% registam atrasos nos seus projetos de transformação digital e 40% enfrentam dificuldades na retenção de talento altamente qualificado.

Para CIOs e líderes de segurança, os desafios são evidentes: ameaças potenciadas por IA que evoluem mais rapidamente do que as defesas, atacantes cada vez mais sofisticados e uma escassez persistente de competências críticas. Apesar dos avanços na automação, a necessidade de equipas especializadas, disponíveis 24×7 e com experiência nas ferramentas mais recentes, continua a representar um obstáculo significativo.

Neste contexto, depender exclusivamente de equipas internas já não é suficiente. A adoção acelerada da cloud e da Inteligência Artificial introduz novos riscos relacionados com privacidade de dados, governação e configurações inadequadas, muitas vezes associados à falta de especialização interna.

Para colmatar este problema, muitas organizações estão a recorrer a Managed Security Services – e, segundo a IDC, 48% reconhecem claramente os benefícios desta abordagem.

“Os Managed Security Services da Logicalis garantem proteção de nível enterprise, com uma abordagem integrada, escalável e 24×7, combinando especialização e automação para reduzir a exposição a ameaças e reforçar a resiliência do negócio.”

– Artur Martins, CISO & Cybersecurity Strategy Executive Advisor, Logicalis Portugal

Ao complementar as suas capacidades internas com Managed Security Services, as organizações reforçam a sua resiliência, reduzem o tempo de resposta a incidentes e ganham confiança para crescer de forma sustentada num ambiente digital cada vez mais complexo.

➡️ Para saber mais sobre este estudo, faça o download gratuito do infográfico da IDC em www.pt.logicalis.com/estudos-idc-logicalis

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