«Há sempre um humano responsável pelo que é produzido»
Entrevista a António Coutinho, CEO da Eurotux.
Entrevista a António Coutinho, CEO da Eurotux.
A transposição da directiva europeia NIS2 inaugurou, a 3 de Abril, um novo regime jurídico da cibersegurança em Portugal, que alarga o universo de entidades reguladas e reforça os poderes do Centro Nacional de Cibersegurança. Da governação ao desenvolvimento de software, da cloud à mobilidade, a nova lei obriga empresas e Administração Pública a provar que sabem prevenir, detectar e responder a incidentes num cenário em que a maioria ainda corre para recuperar terreno.
O eˣ está disponível para implementação em organizações de todos os sectores em Portugal e na Europa e é destinado «principalmente a médias empresas».
Da cloud à inteligência artificial, passando pela cibersegurança e pelo trabalho remoto, o sector tecnológico mudou profundamente. A businessIT acompanhou essa evolução. E continua a dar-lhe voz.
A celebrar 25 anos de actividade, a bracarense Eurotux teve como grande desafio provar que a qualidade do serviço era mais importante do que a localização geográfica.
No último ano, a tecnológica aumentou a equipa em 14%, acompanhando o crescimento do negócio e a necessidade de reforçar as competências em áreas estratégicas.
A iniciativa disponibiliza artigos e conteúdos desenvolvidos por especialistas da empresa que abordam temas fundamentais para o início de carreira dos jovens talentos.
As soluções da tecnológica britânica permitem o combate a ciberataques complexos, especialmente aqueles que envolvem IA e automação.
A empresa indica que o bom desempenho «é reflexo da estratégia dinâmica e da capacidade de adaptação ao ambiente de mercado em constante mudança».
Embora raramente façam manchetes, os ciberataques a pequenas e médias empresas (PME) representam uma séria ameaça económica, impactando não só a operacionalidade das empresas, mas também a segurança dos dados de clientes e colaboradores. A falta de recursos e conhecimento para implementar medidas eficazes de segurança deixa estas estruturas particularmente vulneráveis a ataques cada vez mais sofisticados, como phishing, ransomware e DDoS, exacerbando os potenciais danos.
Fidemo 2019