ESET: 25% dos ataques digitais em 2025 foram de phishing
Segundo a empresa de cibersegurança, «os cibercriminosos exploram marcas e serviços familiares aos portugueses, recorrendo a páginas quase indistinguíveis das originais».
Segundo a empresa de cibersegurança, «os cibercriminosos exploram marcas e serviços familiares aos portugueses, recorrendo a páginas quase indistinguíveis das originais».
A ESET realizou um evento com jornalistas, em Lisboa, em que mostrou qual o panorama da cibersegurança a nível nacional, em que as micro e PME são as mais atacadas. A empresa revelou ainda o que se pode esperar para 2026: «O cibercrime continuar a afectar a economia e a sociedade».
A empresa descobriu o PromptLock – o primeiro ransomware conhecido alimentado por IA, capaz de gerar scripts maliciosos em tempo real.
A Kaspersky identificou uma nova campanha maliciosa que utiliza sites gerados por inteligência artificial para distribuir o software legítimo de acesso remoto Syncro,
O ‘IT Future Trends 2035’, da Compuworks, revela que três em cada quatro líderes portugueses acreditam que as suas empresas sofrerão ciberataques até ao final da próxima década. A mesma investigação expõe a descrença na capacidade de a Europa liderar tecnologicamente e mostra a sustentabilidade como novo critério estratégico das decisões em TI.
O roubo de identidade continua a ser uma das ameaças mais críticas no panorama da cibersegurança. Entre as diversas técnicas utilizadas pelos cibercriminosos, o roubo de credenciais continua a ser uma das mais eficazes e exploradas.
As vagas estão disponíveis para Lisboa, Porto, Braga e Aveiro, com modelos de trabalho remoto, híbrido e presencial.
Integrado na Estratégia Nacional C-Network, o CCC-Centro contribuirá para o objectivo nacional de reforçar a maturidade digital de cerca de 2 mil entidades até Março de 2026.
O ano de 2025 promete ser um dos mais complexos em termos de cibersegurança em virtude do crescente uso de IA nos ataques cibernéticos. A Stratesys acredita que a melhor defesa é uma boa cultura em que «todos têm um papel a desempenhar» dentro das empresas.
A colaboração visa disponibilizar aos parceiros e clientes portugueses soluções de ponta baseadas em modelos de confiança zero (Zero Trust) e conhecimento zero (Zero Knowledge).
Fidemo 2019