Check Point reforça parceria com a OpenAI para melhorar a prevenção de ciberataques
A iniciativa aprofunda o trabalho iniciado há três meses entre as duas empresas e decorre no âmbito da Daybreak Defense Network.
A iniciativa aprofunda o trabalho iniciado há três meses entre as duas empresas e decorre no âmbito da Daybreak Defense Network.
A empresa de cibersegurança acredita que a evolução das capacidades da IA significa que ferramentas anteriormente reservadas a equipas altamente especializadas poderão tornar se progressivamente mais acessíveis, incluindo a potenciais atacantes.
A empresa destaca que, em apenas 14 dias, três divulgações de segurança documentaram agentes de IA que actuaram fora do âmbito previsto, ultrapassaram barreiras de ambientes de teste e obtiveram acesso não autorizado a organizações reais.
A escassez de talento em cibersegurança deixou de ser o verdadeiro problema do sector. O que está em jogo é um desajuste estrutural entre as competências que o mercado produz e aquelas de que as organizações precisam para enfrentar uma guerra com variáveis como cloud, inteligência artificial, gestão de risco e a necessidade de traduzir ameaças técnicas em decisões de negócio.
No Check Point Advantage 2026, que decorreu em Tróia, a empresa reuniu parceiros e clientes para falar do panorama actual da cibersegurança e as alterações trazidas pela IA.
A empresa tem uma nova abordagem para lidar com a crescente complexidade dos riscos associados à adopção de inteligência artificial nas empresas. A Check Point quer permitir que as organizações «inovem com IA, mas com controlo, governação e protecção desde o primeiro momento».
A Agentic Network Security Orchestration permite ter «políticas baseadas em intenção e controlos dinâmicos baseados na exposição ao risco numa única camada de orquestração em toda a rede».
O cibercrime deixou de ser marginal para se afirmar como uma economia global altamente estruturada, avaliada em 1,5 biliões de dólares por ano. Alimentado por serviços de ataque de baixo custo e acelerado pela automatização e pela inteligência artificial, o fenómeno expõe uma assimetria profunda entre o investimento dos atacantes e o impacto suportado pelas vítimas.
Portugal segue tendência mundial com um crescimento de 12 % de ataques em Janeiro, atingindo 2110 ataques semanais às organizações nacionais.
Os principais tipo de de incidentes registados no "Velho Continente" foram ataques de negação de serviço distribuído, ransomware e operações de fuga e exposição de dados.
Fidemo 2019