DigitalSign cria serviço para controlar acessos e acções executadas por robots autónomos e agentes de IA
Desenvolvida com a Universidade do Minho, a tecnologia permite definir permissões, validar instruções e atribuir responsabilidades.
Desenvolvida com a Universidade do Minho, a tecnologia permite definir permissões, validar instruções e atribuir responsabilidades.
A empresa destaca que, em apenas 14 dias, três divulgações de segurança documentaram agentes de IA que actuaram fora do âmbito previsto, ultrapassaram barreiras de ambientes de teste e obtiveram acesso não autorizado a organizações reais.
O bom desempenho da empresa foi impulsionado por um forte crescimento das unidades de Smart Infrastructure e Digital Industries.
A colaboração permitirá aos estudantes «desenvolver projectos em estreita colaboração com uma empresa especializada em Tecnologias e Sistemas de Informação».
O investimento vai permitir o desenvolvimento das capacidades das ferramentas de Vigilância Espacial (Space Domain Awareness, SDA) e de Gestão de Tráfego Espacial (Space Traffic Management, STM) da startup portuguesa.
A multinacional portuguesa revela que a nova unidade de negócio é uma «evolução natural de competências consolidadas ao longo dos últimos anos em projectos altamente exigentes».
Estes valores são «os mais elevados de sempre para um segundo trimestre na história da empresa», sendo que receitas aumentaram 14,9% em termos homólogos, enquanto o lucro operacional cresceu 147%.
O SHIELD-EU junta "peças" como a Internet das Coisas, processamento local de dados e modelos cognitivos para «apoiar decisões em cenários de elevada pressão».
Com uma duração de 57 horas, a formação vai permitir aos participantes explorar a evolução do sector bancário e o impacto das tecnologias emergentes, com especial enfoque na inteligência artificial, IA generativa e agêntica.
Em 2025, os ataques de ransomware atingiram o recorde de 7874, sendo que no primeiro semestre de 2026 os números já vão em 4394.
Fidemo 2019