A Unicorn Factory Lisboa anunciou o healthhub Open Innovation, um programa que pretende identificar empresas com soluções tecnológicas capazes de reforçar a capacidade preventiva das instituições hospitalares em doenças nas áreas da oncologia, cardiologia e doenças respiratórias.
As candidaturas já abriram e estão disponíveis até 4 de Outubro e destinam-se a startups nacionais e internacionais com soluções que possuam potencial de aplicação em ambiente hospitalar. A iniciativa conta com parceria com a AstraZeneca e o European Longevity Hub, além do apoio da CUF.
O healthhub Open Innovation pretende «aproximar a inovação das instituições de saúde, de modo a criar oportunidades para que estas consigam antecipar riscos, apoiar a detecção precoce de patologias e acompanhar os seus pacientes de forma mais eficaz».
A iniciativa conta com o envolvimento da CUF, da European Association of Hospital Managers, do Hospital da Luz Learning Health e de alguns dos principais hospitais públicos de Lisboa, que identificaram mais de 14 desafios nas áreas de oncologia, cardiologia e doenças respiratórias em diferentes níveis de prevenção, aos quais as startups participantes deverão responder.
Após a fase de candidaturas, 30 startups serão seleccionadas para apresentar as suas soluções a representantes das instituições parceiras. Destas serão escolhidas nove finalistas para o Prevention Day, agendado para 4 de Novembro, um momento que colocará as empresas em contacto directo com os desafios clínicos identificados e explorará a aplicabilidade das suas soluções.
As três startups que mais se destacarem terão a oportunidade de explorar um potencial projecto-piloto com uma das unidades de saúde associadas ao programa.
Gil Azevedo, director executivo da Unicorn Factory Lisboa, explica o objectivo do programa: «Com o healthhub Open Innovation, queremos usar a inovação tecnológica para resolver os problemas reais da sociedade. Este programa aproxima as startups das instituições de saúde para que as soluções de prevenção e detecção precoce possam ser testadas em contexto clínico e, desta forma, contribuir para um sistema de saúde mais preventivo, sustentável e capaz de responder melhor a quem mais precisa».
Já Bruno Pina, CEO do European Longevity Hub, acrescenta que «o que torna esta iniciativa particularmente relevante é, a partir de necessidades clínicas reais, identificadas por instituições de saúde de referência, criar um percurso que permite levar as soluções da inovação à validação e, posteriormente, à sua implementação e expansão. No European Longevity Hub, acreditamos que a prevenção será um dos pilares fundamentais do futuro da saúde e queremos ajudar as soluções mais promissoras a encontrar o seu lugar no ecossistema de saúde, estabelecendo as parcerias certas e acelerando o caminho até ao impacto».








