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Check Point: Microsoft, Apple e Google são as marcas mais usadas em ataques de phishing

Em conjunto, as cinco primeiras marcas representam 59% das tentativas identificadas.

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A Check Point Research divulgou o Brand Phishing Ranking relativo ao terceiro trimestre de 2026 em que Microsoft (33%), Apple (8%) e Google (8%) estão no top 3 das marcas mais imitadas.

A empresa que desenvolveu o sistema operativo Windows registou mais 10 pontos percentuais do que os 23% registados no trimestre anterior. A quota da tecnológica de Redmond é cerca de quatro vezes superior à de qualquer outra marca do ranking.

Segundo a empresa de cibersegurança, a preferência pela Microsoft deve-se ao facto das «credenciais roubadas poderem abrir o acesso a todo um ambiente de trabalho, desde o correio electrónico e os ficheiros até às ferramentas de colaboração».

O LinkedIn surge em quarto, com 6%, e a Amazon completa os cinco primeiros lugares, com 4%. Em conjunto, estas marcas representam 59% das tentativas identificadas. A lista segue com o YouTube, com 3%, o Facebook e a Dropbox, ambos com 2%, e o WhatsApp e a Adobe, ambos com 1%. O Facebook manteve a sua posição, enquanto o WhatsApp desceu uma e a Adobe recuou quatro.

«O phishing com imitação de marcas está a entrar numa nova fase. Os atacantes continuam a explorar a confiança nas plataformas tecnológicas que as pessoas usam todos os dias, mas também acompanham os utilizadores nas ferramentas de IA e de desenvolvimento e vão além do roubo de palavras de acesso, para convencer as vítimas a executar comandos maliciosos ou a instalar software de acesso remoto. À medida que a IA generativa facilita a produção de emails convincentes e de sites clonados em grande escala, as organizações precisam de prevenção que abranja tanto a caixa de correio como a web», afirma Omer Dembinsky, responsável de investigação de dados da Check Point Research.

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