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Volume de negócios da askblue chega aos 22 milhões de euros em 2025

Em 2026, a empresa quer crescer, reforçar a presença nos mercados internacionais e continuar «a apostar na especialização por sector de actividade».

Pedro Nicolau © askblue

A askblue anunciou os resultados do ano de 2025 em que conseguiu uma facturação de 22 milhões de euros e conquistou vários novos clientes. A tecnológica reforçou a presença no sector da Administração Pública, através da criação de uma equipa dedicada e especializada, e criou um Delivery Center.

A empresa também «investiu no desenvolvimento de novas competências, metodologias de entrega e plano de carreiras», destaca o CEO da askblue, Pedro Nicolau. O responsável avança que o «crescimento no Brasil» foi o grande impulsionador do negócio fora de Portugal, onde a empresa criou «um pipeline sólido de oportunidades».

Ao nível da oferta, a askblue lançou o serviço de Quality & Testing, reforçando o portfólio de soluções tecnológicas, e consolidou a área de Data & Analytics, onde conquistou novas referências ao longo do ano.

Paralelamente, desenvolveu competências assentes em tecnologias suportadas por modelos de IA que designou internamente por Blue Intelligence, preparando soluções diferenciadoras e alinhadas com os desafios actuais das organizações.

O ano ficou também marcado pela obtenção da certificação ISO 20000 (gestão de serviços IT), renovou a ISO 9001 (qualidade) e a ISO 56001 (gestão da inovação) e pelo rebranding da marca.

Para 2026, Pedro Nicolau afirma que «o objectivo passa por crescer e ultrapassar os 25 milhões de euros em volume de negócios, reforçar a presença nos mercados internacionais, incluindo o Brasil, e continuar a apostar na especialização por sector de actividade».

O responsável avança ainda que a empresa quer «evoluir as ofertas e consolidar o posicionamento como parceiro de referência, diferenciando-nos pela qualidade e pela inovação».

A empresa vai ainda lançar uma nova oferta de Energy, Environment & Sustainability, onde vai ajudar os seus clientes a definir e aplicar as melhores práticas em estratégias de sustentabilidade e descarbonização, promovendo a descentralização, eficiência e autonomia energética, bem como a digitalização da gestão de recursos energéticos e ambientais.

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